quinta-feira, 19 de julho de 2012

Melhores Depósitos Verão 2012

Os depósitos a prazo são dos produtos de investimento mais praticos, embora não sejam os que apresentam melhores taxas de juros, são usualmente uma boa solução de forma a manter o capital seguro e acessível. Infelizmente nesta fase nem todos nos podemos preocupar em aplica as nossas poupanças pois as despesas são cada vez maiores e não há espaço para poupanças. No entanto, para quem procura um bom depósito a prazo apresento de seguida alguns dos bancos que estão a oferecer melhores taxas de juro. Tal como já tenho aqui dito os depósitos a prazo são dos produtos de investimento mais seguros e nesta “fase do campeonato” com os mercados tão instáveis e o mercado de trabalho em baixo os depósitos a prazo tratam-se uma boa opção pois podem ser facilmente resgatados e apresentam garantia de capital, mesmo que ocorra perda total de juros quanto o dinheiro é resgatado antecipamente. Já aqui tenho mencionado a importância de fazer uma poupança mensal, se ainda não o faz pondere começar a fazê-lo nem que se trate de uma soma mensal mínima, vais ver que ao final de algum tempo vale a pena. E fica sempre com uma "almofada" que lhe permite algum conforto em situações futuros que lhe possam surgir.

ActivoBank



Já aqui tenho falado do ActivoBank, trata-se de um banco online do grupo MillenniumBCP, recomendo vivamente a abertura de conta neste banco uma vez que não tem despesas de manutenção de conta, não se pagam mensalidades de cartões de débito/crédito e apresenta taxas de juros dos depósitos mais elevadas do que a média dos bancos. Oferece uma taxa até 4,75% para novos clientes.  


Banco Big



O banco big trata-se um outro banco online com conceito semelhante ao ActivoBank. Embora não seja cliente também poderá ser uma boa opção. Oferece uma taxa até 4,5% para novos clientes.

Deutsche Bank


Este é um banco Alemão também a operar em Portugal.Oferece uma taxa até 6,75% para novos clientes. 

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Obrigações de empresas

Nos últimos tempos tem surgido frequentemente no mercado este produto de investimento. Trata-se de Obrigações de Empresas (como é o caso da ZON, SONAE, PT, etc.), ou seja, é divida das empresas que colocada à venda oferecendo em geral taxas de juros mais apelativas do que aquelas que são oferecidas actualmente nos depósitos a prazo.

Trata-se de um produto semelhante às obrigações do tesouro, no entanto estas últimas são emitidas pelo estado e têm a sua garantia o que confere uma maior segurança de investimento face às obrigações das empresas.

As taxas brutas anuais oferecidas andam na ordem dos 7%, quando os depósitos a prazo actualmente dificilmente oferecem taxas superiores a 4% brutos e os certificados do tesouro pouco mais de 5%.

Estas empresas que referi anteriormente são das maiores do PSI20, logo com grande credibilidade, no entanto estas obrigações apresentam riscos que não podem ser negligenciados, sobretudo no caso de falência dessas mesmas empresas podendo o capital investido ser perdido.

Os depósitos a prazo estão abrangidos por um fundo de garantia e  no caso de haver falência do banco são reembolsados os valores investidos até 100 mil euros, tal não se verifica nas obrigações das empresas.

Não é recomendável a compra destas obrigações por parte de pequenos investidores (como a maioria de nós), onde normalmente apenas pequenos montantes estão envolvidos, isto porque apresentam um risco mais elevado, normalmente o montante mínimo a ser aplicado é de 1000euros e pelo facto de existirem algumas comissões cobradas.

Também é preciso ter em consideração que não deve ser investido nestes produtos mais de 10 a 20% das nossas poupanças e é necessário ter em conta que em geral é necessário os prazos atingirem a maturidade para resgatar o dinheiro e obter a taxa inicialmente oferecida.

Pense então duas vezes antes de investir neste produto, no entanto, se bem ponderado e no caso do investidor se encontrar bem esclarecido pode representar uma boa escolha para uma carteira de investimento diversificada, sem nunca lhe atribuir um peso significativo.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Crise: onde poupar?

Não se fala noutra coisa e já todos sentimos a tão indesejada crise no nosso dia-a-dia.

Como consequências da crise surgem por vezes situações muito complicadas no que diz respeito a manter uma vida minimamente digna, isto devido aos sucessivos aumentos de impostos, redução dos ordenados ou até mesmo perda destes.

Com este post quero ajuda a encontrar alguns cortes rápidos e significativos que podem resultar numa gestão mais folgada do orçamento.

 



 

Evite o carro. Os automóveis representam sempre uma fatia elevada das nossas despesas, são os combustíveis, manutenção, impostos etc. Se tem dois em casa tente ficar só com um. Se tiver apenas um e viver num local com boa rede de transportes experimente prescindir deste. Ter uma mota pode ser uma solução intermédia, tem menos despesa e também permite uma óptima mobilidade. Quem tem filhos está mais limitado.

Corte na televisão. Um pacote de televisão paga (incluindo internet e telefone) ronda os 50€ mensais dependendo do serviço, se o seu orçamento está apertado pode começar por aqui. Não se esqueça que 50€ por mês, são 600€ no final do ano.

Evite refeições fora e leve marmita para o trabalho. Sabe muito bem uma refeição fora de vez em quando, mas se o orçamento está apertado aqui é um dos sítios onde pode poupar dinheiro.

Acabar com o ginásio. Praticando na mesma exercício físico mas de forma gratuita, como é o caso da caminhada, corrida, bicicleta, etc..

Acabar com as subscrições/assinaturas. Parece um custo insignificante mas no final do ano se somarmos todas as subscrições é uma soma considerável.

Já aqui apresentei 20 dicas para poupar, pode aproveitar para espreitar e tentar implementar mais algumas dicas. Boa sorte!

É muito importante fazer um registo diário das suas despesas, para assim perceber para onde está a ir o seu dinheiro. Muitas vezes a gestão orçamental pode ser optimizada, para tal só precisamos de ter a consciência de onde está o nosso dinheiro a ser gasto.

Idealmente deveria poupar cerca de 10% do seu rendimento mensal para assim facer face a situações futuras. Embora este ponto não pareça fácil de implementar nesta altura de crise, trata-se muitas vezes de uma atitude, não se esqueça de pagar primeiro a si próprio.